Brasil sem rumo na nova geopolítica global na América do Sul

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Multilateralismo global

Onde ficam os generais brasileiros, que avalizam  o governo Bolsonaro, no estado de guerra sul-americano, submetido a nova geopolítica global, imposta por Estados Unidos, de um lado, e Rússia e China, de outro, pela disputa do petróleo venezuelano, na América do Sul, a mais nova rica do mundo, alvo da cobiça internacional? Com Trump, que mostra os Estados Unidos sem aquela força de antes, garantida pelo dólar, abalado pela especulação internacional, interessados em tomar ativos brasileiros, na bacia das almas, ou com Jiping e Putin, a nova força, que chegou para ficar, com os Brics, armados de novo sistema monetário internacional?

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Guerra na Venezuela

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A grande pergunta que todos se fazem no momento é se haverá ou não uma guerra na Venezuela.

Bom, em primeiro lugar, é preciso considerar que os EUA já estão em guerra com a Venezuela. Uma guerra híbrida, não-convencional, mas uma guerra.

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Golpe falido na Venezuela: O “Madrugadazo” de 30 de abril e a guerra de 4ª geração através de meios e redes

Era bom Maduro pensar como Hugo Chávez e garantir a última linha sobre as bases populares, nunca apenas em militares de carreira

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Por Bruno Lima Rocha e Pedro Guedes

Do Grupo de Pesquisa Capital e Estado (Economia Política e Relações Internacionais)

Ocorrida no dia trinta de Abril, a tentativa de levante militar e consequente golpe contra o governo de Nicolás Maduro trouxe maior preocupação quanto a já precária situação da Venezuela, bem como um maior pessimismo quanto a uma solução “política e pacífica” para o impasse. Ou seja, o ato de incorporar a oposição política legítima ou então aprofundar a mudança de regime. Em um espaço de poucas horas, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó, juntamente de alguns oficiais do SEBIN (Serviço de Inteligência Venezuelano) e algumas dezenas de militares (basicamente oficiais da Guarda Nacional Bolivariana, GNB). No comando direto da conspiração, dois coronéis da GNB, Rafael Soto e Illich Sánchez que de maneira ambiciosa, tentaram em vão, paralisar a cadeia de comando por via de um levante no interior das Forças Armadas.

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Venezuela, palco de uma guerra híbrida

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Denise Assis, para o Jornalistas pela Democracia – São mínimas as chances de ocorrer um conflito armado liderado por forças americanas na Venezuela. Pelo manual da “guerra híbrida”, estamos no estágio em que “a democracia liberal em sua manifestação pós-moderna atual, é expansionista e agressiva. Ela não se contenta com sistemas ideológicos e de valores diferentes dos seus e deve esmagá-los em sua jornada pela dominação mundial.” (…) Mas não pelas armas.

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A guerra ao Irã e o bluff dos EUA

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Embargo total às exportações de petróleo iraniano é ato de guerra

A administração Trump mais uma vez demonstrou graficamente que, no jovem e turbulento século XXI, “direito internacional” e “soberania nacional” já pertencem ao Reino dos Mortos-Vivos.

Como se um dilúvio de sanções contra grande parte do planeta já não fosse suficiente, a mais recente “oferta irrecusável” transmitida por um gangster a posar como diplomata, o Cônsul Minimus Mike Pompeo, agora ordena que todo o planeta se submeta a um único árbitro do comércio mundial: Washington.

Primeiro, a administração Trump unilateralmente destruiu um acordo multinacional, endossado pela ONU, o acordo nuclear do JCPOA com o Irã. Agora, as concessões permitindo que oito nações importassem petróleo do Irã sem incorrer na ira imperial na forma de sanções expirarão em 2 de Maio e não serão renovadas.

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