Omissão do TSE reforça ‘guerra híbrida’ desta eleição, diz sociólogo

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Bolsonaro dissemina fake news livremente, como a do ‘kit gay’, com auxílio financeiro de empresários | Foto: Reprodução

A omissão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em relação às táticas da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), baseadas na disseminação em massa de fake news pelas redes sociais e pelo WhatsApp, é mais um indicativo de que a atual disputa à Presidência da República está longe de ser uma eleição disputada dentro dos padrões de normalidade.

“Não se pode contar com o TSE para banir ou interditar essas mensagens pelo WhatsApp, o que seria de se esperar em uma situação normal. Mas esta não é uma situação normal. E a gente também não pode esperar desse TSE outra coisa senão essa que já está acontecendo”, afirmou o sociólogo e professor do Departamento de Sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Laymert Garcia dos Santos.

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Retrofascismo: na Guerra Híbrida o fascismo retorna como farsa

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Em 2011 este “Cinegnose” teve uma sombria antevisão: “o retrofascimo brasileiro só está à espera de uma tradução política para conquistar, mais uma vez, o Estado”, afirmava este humilde blogueiro. E este momento chegou! Só que dessa vez como farsa, diferente da tragédia do fascismo clássico do século XX. Conceito criado pelo pesquisador em Cultura e Tecnologia, Arthur Kroker, “retrofascismo” representa o mix dos motivos que fizeram surgiu o fascismo histórico com a hipertecnologia do século XXI. É necessário entender as nuances entre o fascismo do passado e o atual, como mais um lance no xadrez geopolítico da Guerra Híbrida brasileira: assim como no passado, o retrofascismo utiliza a matéria-prima psíquica da personalidade autoritária, mas dessa vez como estratégia de dissuasão midiática (e, por isso, como farsa) – criação da agenda da polarização em torna das questões identitárias, culturais e de costumes para esconder um programa de governo ruim de voto. Porém, produziu três efeitos residuais: o efeito “Uma Noite de Crime”; o efeito “A Ficha Caiu!”; e o efeito “Apertem os Cintos, a Grande Mídia sumiu!”.

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Bem-vindo à Selva, por Pepe Escobar

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Jean Baudrillard certa vez definiu o Brasil como “a clorofila do nosso planeta”. Pois uma terra tão amplamente associada em todo o mundo ao soft power da alegria de viver criativa acaba de eleger um presidente fascista.
O Brasil é terra dilacerada. O ex-paraquedista Jair Bolsonaro foi eleito com 55,63% dos votos. Número recorde de 31 milhões de votos nulos ou ausentes. Nada menos de 46 milhões de brasileiros votaram no candidato do Partido dos Trabalhadores, PT, Fernando Haddad; professor e ex-prefeito de São Paulo, uma das megalópoles cruciais do Sul Global. O fato impressionante é que mais de 76 milhões de brasileiros não votaram em Bolsonaro.
O primeiro discurso como presidente exsudava o sentimento de uma guerra santa jihad degradada, de seita fundamentalista casada com vulgaridade onipresente, e a exortação de uma ditadura ordenada por Deus como trilha rumo uma nova Era de Ouro para o Brasil.
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Brasil, laboratório da guerra híbrida

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O Brasil, que havia iniciado o ciclo de ditaduras militares, abre o ciclo de regimes de exceção no continente. Em 1964 se instalou primeiro aqui uma ditadura pelo potencial de riquezas enorme do pais e pela fraqueza relativa da esquerda. Agora isso se dá peso do pais na região, mas desta vez se dá pela força da esquerda e porque o pais se tornou o elo mais frágil da cadeia neoliberal.

A guerra híbrida é a nova estratégia imperialista, depois que os golpes militares se tornaram inviáveis. Ela combina a judicialização da politica com a criminalização da imagem dos lideres populares pela mídia, para impor processos eleitores fraudulentos, que deixam de expressar a vontade democrática do povo. O caso brasileiro foi o primeiro em que foi necessário, pela modalidade do regime de exceção, de encarar processos eleitorais, e’ o caso exemplar de como se pode falsear eleições dentro das instituições, com a cumplicidade delas.

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BRASIL É ALVO DE GUERRA HÍBRIDA, DIZ ANALISTA

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Há uma Guerra Híbrida muito intensa sendo travada no Brasil neste momento e afeta todas os aspectos da vida de cada cidadão. Ao longo dos últimos dois anos, agentes externos vêm tentando muito sutilmente condicionar a população para voltá-la contra o Partido dos Trabalhadores, usando instrumentos como a Operação Lava Jato, apoiada pela NSA [agência norte-americana de inteligência]”, afirma o analista político norte-americano Andre Korybko, autor de “Guerras Híbridas – Das Revoluções Coloridas aos Golpes”, recém-lançado no Brasil pela Expressão Popular.

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“ZapGate” é o último ato da guerra híbrida

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Cinicamente a Globo chama de “guerra virtual” para encobrir o caráter assimétrico da batalha do disparo de milhões de notícias falsas com apoio empresarial pela campanha de Jair Bolsonaro – o “ZapGate”. Enquanto isso, mais uma vez o PT aciona seu Exército Brancaleone para pedir, dessa vez, medidas punitivas da Justiça Eleitoral – como se não estivéssemos testemunhando o previsível último ato de uma guerra híbrida metódica e sistemática iniciada em 2013. Aguarda-se um show de contorcionismo judicial-midiático para deixar o tempo passar mais rapidamente. Ou enfiarão a cabeça na terra e se fingirão de morto…Este é o último desafio para a esquerda: se ela mal compreendeu o porquê do sucesso da propaganda hipodérmica do nazi-fascismo do século XX, poderá entender e dar uma resposta estratégica à guerra da mineração de big data criadora de dissonâncias cognitivas e realidades paralelas? Apesar do ar pós-modernoso do “ZapGate”, as origens da sua estratégia de comunicação estão no século XX: a descoberta de que as redes dos líderes de opinião de grupos e comunidades é que sancionam os conteúdos midiáticos. 

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