A “doutrina da dependência” militar e a eleição de 2018

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Por Marco Aurélio Cabral Pinto — Carta Capital

“Generais da dependência” creem que o país não pode enfrentar sozinho ameaças internas e externas e deve alinhar esforços com o dominador estrangeiro

Em 1982, a sociedade brasileira estabeleceu pacto para a democracia. Por um lado, movimentos de “esquerda”, que contestavam com guerrilha maior participação no pacto político, depuseram armas. Da mesma maneira, os militares, que vinham enfrentando a instabilidade interna com excessos e tortura, também renunciaram ao poder e reinstauraram a democracia no país.

Desde então, os militares se mantiveram longe da política partidária nacional. Ao menos até o “Golpe dos Corruptos” em 2015, a partir de quando a situação brasileira se deteriorou ao ponto de beirar o caos interno, infiltrando-se sobre os três poderes da República.

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