A necessidade de estudo da guerra híbrida que assolou o Brasil na última década.

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Por Manoel J. de Souza Neto¹, para o Duplo Expresso

O Brasil nos últimos anos esteve em guerra. Provavelmente você leitor deste artigo venha a discordar ou nunca leu nenhuma notícia sobre as bombas que foram jogadas nessa nação pacífica (subserviente na geopolítica, mas tecnocrata e perversa com sua população), pois esses ataques externos foram feitos através de propaganda, movimentos financiados para agitação, além de operações virtuais, lawfare, psychological warfare, cyberwarfare, e outras técnicas de guerra não convencional (Special Forces Unconventional Warfare – novembro 2010 TC 18-01) como guerra política, guerra irregular, assassinatos políticos, atos terroristas disfarçados de acidentes, entre outras metodologias, que envolvem fake news, interferência econômica (embargos e interferência em moeda, bolsa de valores, empresas, balança comercial, ataques aos setores produtivos e energéticos), diplomacia e interferência eleitoral externa.

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