“Guerra Híbrida” contra o Brasil: o “Lawfare” e o julgamento de Lula (por Ilton Freitas)

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Na América Latina a estratégia imperial da Guerra Híbrida ampliou seu arsenal tático ao lançar mão do expediente da “guerra jurídica”, ou o “lawfare”, contra as lideranças independentes da região. A resultante do “lawfare” são os “golpes de veludo”, que dão uma cobertura aparentemente legal para derrubar a democracia. Por meio do ativismo institucional de setores do judiciário e de procuradores públicos, são promovidas falsas teses a justificarem atentados contra as constituições e contra o estado democrático de direito(5)! Foi assim em 2009, com a deposição do presidente eleito em Honduras, Manoel Zelaya. Com autorização em velocidade recorde da Corte Suprema, Zelaya foi deposto e embarcado para exílio em El Salvador. Dois anos depois foi a vez do presidente Lugo, do Paraguai. Acusado por uma suposta ação violenta das forças de segurança contra camponeses, que resultou na morte de policiais, Lugo sofreu impeachment na Assembleia Nacional. Após um célere processo sem direito à defesa, o presidente legítimo foi afastado com autorização prévia do poder judiciário.

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